quarta-feira, 21 de maio de 2008

Discutindo com meu professor sobre o rumo do meu querido blog, percebi que eu estava nadando contra a corrente...eu queria ir à fonte literalmente....fazer entrevista...
Estou aprendendo que aqui a estudante de jornalismo tem que usar menos o tato e mais o olfato...

Foi ai que entendi que o caminho seria mergulhar no mundo do ciberespaço.Só que todo o projeto ficou um pouco sem sentido pra mim...como falar de grupos sociais..identidades...se não vou ouvir eles?

Comecei a analisar a minha escolha...
Então, vamos a confissão: escolhi falar de identidade porque a minha identidade é VIVA..e muito viva!

E a luz acendeu...da lâmpada de idéias...da figura ai...
Eu já fui do reggae ao baile funk...do pagode à rave...fora as minhas indecisões que demonstram que eu não sou uma única pessoa...ah...mas não sou mesmo!

Sou várias em uma só!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

EMOCORE...

Quem são eles...

Melodramáticos, sentimentais, sensíveis, compreensíveis, amorosos, emotivos. Usam franjas, mexas coloridas, tênis ALL STAR, roupas coloridas ou pretas e brancas, pulseiras de bolinhas, cinto de rebite e usam maquiagem. Na internet utilizam “Senhorita” e “Senhorito” como nick de MSN e usam palavras e expressões no diminutivo, como “ai que bonitinho!”, “que fofis!”. Ouvem rock melódico, como: Simple Plan, NxO e My Chemical Romance(MCR).Você pode encontrá-los numa pracinha ou no shopping da cidade, onde eles gostam de ir para fazer novas amizades e descontrair.

Para o grupo Emo a importância da roupa, do uso de acessórios, de maquiagem e do estilo musical tem grande relevância para a caracterização, uma vez que dão visibilidade à sua identidade grupal em meios as demais, tornando-os diferentes, o que permite a demarcação do seu território grupal. A peculiaridade das roupas se dá pela constituição da sua imagem com utilização de objetos e adereços característicos, os quais, muitas vezes, podem ser vistos com certo estranhamento por parte da sociedade.

Os Emos fazem uso da dimensão simbólica como a principal e mais visível forma de comunicação. O shopping e a pracinha tornaram-se territórios característicos dos Emos, locais de inserção de várias esferas que provocam o contato social, onde estabelecem novas amizades e relacionamentos amorosos.


O termo “Emo” provém de uma abreviação da palavra inglesa emotion, e tornou-se um gênero musical derivado do hardcore. Este termo foi, em sua origem, atribuído às bandas presentes no cenário punk de Washinton, tendo esse novo gênero, suas raízes no punk rock.

Bandas que se enquadravam no estilo hardcore acabaram por aderir ao incipiente estilo musical, o “emocore”, e passaram a compor músicas mais introspectivas, acrescentando influencias do rock alternativo proeminente no momento. Na cultura alternativa diz-se que alguém é ou está Emo quando demostra muita sensibilidade.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

ENTREVISTA COM UM EMO...

Nome: Leonardo Lampier Mendes
Idade: 20 anos
Profissão: Autômomo
Identidade: Emo

*Ser Emo é...
Ser feliz do meu jeito.
* Seu hino é...
Helena,(my chemincal romance), The kill,(30 seconds to mars) entre outras.
*Qual seu hobby?
Internet.
*Personalidade que admira ?
Gerald way(vocalista do MCR).
*Um livro que marcou?
Janis Joplin.
*Onde gosta de ir com os amigos?
Na praça do jardim da minha cidade.

*O que gosta de usar?
All Star, roupas com listras ou quadriculadas, e ainda estampas infantis.
*Como se comunica com sua "tribo"?
Com gírias, formas ”estranhas” de carinho.Isso vem de livre espontânea vontade.
*Porque escolheu fazer parte desse grupo social?
Por que foi com ele que eu mais me identifiquei.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Fique a vontade...identifique-se!

domingo, 4 de maio de 2008

"O indivíduo busca nos grupos sociais um reconhecimento.O agrupamento social é realizado por uma vontade subjetiva, com uma identidade psicológica: A pessoa busca proteção e motivação para viver, produzindo certo tipo de visão do mundo, com valores e sentimentos.

É saudável a identidade de um grupo enquanto dinâmica, quando se torna cristalizada pode levar ao que a psicologia chama de patologia."

Mariana Dalbo, psicóloga e professora da Universidade Federal do Espírito Santo